Última hora: Morten Hjulmand
A exibição a roçar o soberbo protagonizada por Morten Hjulmand em Turim, na semana passada, 1-1 em encontro a contar para a Champions, acicatou ainda mais o interesse da Juventus nos serviços do capitão do Sporting, se bem que estes há muito que estão a par das qualidades do dinamarquês.
Aliás, os bianconeri já têm um plano para resgatar o camisola 42 e que contém alguns pressupostos, pois os italianos não vivem os tempos mais desafogados em termos financeiros, tendo em conta alguns problemas não muito distantes relacionados com fiscalidade que levaram a uma depauperação dos seus cofres e, inclusivamente, à saída de Andrea Agnelli da presidência e que levaram esta família a, recentemente, vender uma parte do capital social da sociedade que gere o clube.
O avanço da Juventus para Hjulmand já em janeiro está fora de hipótese e por duas ordens de razão: por um lado, o médio não quer e, por outro, a cláusula de rescisão de €80 M no contrato até 2028 está desativada, razão pela qual o Sporting pode pedir o que bem entender pelo passe do futebolista contratado ao Lecce em 2023 por €18 M.
No verão tudo mudará de figura e há abertura para a sociedade desportiva dos leões vender o passe do jogador e embora a cláusula, que está ativa de 1 de junho a 15 de junho ser de €80 M, os leões estão dispostos a fazer um desconto, mas não a vendê-lo a preço de saldo. Na verdade, por uma quantia entre os €50 M e os €60 M o Sporting libertará o médio de 26 anos, até pelo comportamento que este tem demonstrado desde que chegou.
Voltando aos pressupostos para uma investida convincente por parte da Juventus, a vecchia signora terá de cumprir alguns pressupostos financeiros e o primeiro dos quais passa pela venda do passe de um ou dois futebolistas. Neste lote inclui-se o brasileiro Douglas Luiz, que foi cedido aos ingleses do Nottingham Forest por uma taxa de €3 M mas tem uma cláusula de compra obrigatória de €30 M caso sejam cumpridos certos objetivos.



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