Jogadores do FC Porto ataca Sportinguistas
PORTO VS. SPORTING: A MELHOR ANÁLISE DE UMA LUTA DE GALOS INTENSOS E CORAJOSOS
Rui Borges não merecia perder.
Farioli não merecia perder.
As duas equipas mereciam ganhar.
Porquê?
Porque foram a jogo olhos nos olhos, com coragem para se afirmarem ante o adversário, nunca recuando na estratégia inicial.
As duas equipas não queriam só vencer, queriam vergar o adversário.
Mas ninguém saiu vergado de um jogo como este, ouviste, Rui Borges, não baixes a cabeça, porque também foste grande neste jogo!
Vamos às notas rápidas, tentando ser analítico como sempre, embora, depois de uma jogatana destas, me seja difícil:
1ª NOTA: William Gomes a provar que Hulk é eterno, mesmo que em corpo renovado de 19 anos.
2ª NOTA: Kocho não é nada coxo, é daqueles que estão em todo o lado, a facilitar o trabalho dos colegas, sempre com intensidade máxima.
3ª NOTA: Hjulmand e Froholdt encararam isto como uma luta de condes Vikings, cada duelo, cada afirmação de intensidade e qualidade.
4ª NOTA: Mora apareceu muito mais associativo, e muito atento às movimentações sem bola, ok, continua a não ter visão de jogo à 10, mas já não matou o ritmo da equipa. Mora está a ir às aulas, o que é bom, dado a idade que tem.
5ª NOTA: Francisco Moura ajudou o Porto… a decidir ir ao mercado por um lateral esquerdo.
6ª NOTA: Mangas acusou a grandeza do jogo na primeira parte, mas na segunda soltou-se.
7ª NOTA: Luis Suárez é do carago!!!! Que receções de bola, que simples que é para ele virar-se para a baliza e rematar. Sem esquecer Varela, que está cada vez melhor na sua posição, ali, híbrido entre o terceiro central e a posição 6, como sempre vos disse que era esse o seu local.
8ª NOTA: A NUANCES TÁTICAS:
Ambas as equipas fizeram uma boa pressão à saída, mas com os defesas bem cá atrás, atentos para jogarem em antecipação.
O Sporting colocou Hjulmand em cima de Mora, Kocho em cima de Froholdt, e os dois da frente, Trincão e Suárez muito perto um do outro, para fechar Varela por completo.
Com os laterais subidos, a ideia era forçar os centrais portistas a arriscar com bola.
O Porto, como é hábito, jogou com um extremo híbrido, na função de Pepê, em que na pressão, e mesmo em organização defensiva, era um segundo avançado, e depois, só no último reduto era extremo, ou na organização ofensiva.
A ideia sempre foi deixar seguir Mangas, com a equipa bem orientada a tapar todos os outros espaços.
Na segunda parte, face ao estouro físico de Mora, e de Borges ter percebido o filão de ouro que era Moura, o Sporting começa por cima, Farioli faz as alterações, e o Porto marca dois golos.
Sinceramente, os golos, por essa altura, estavam mais perto de cair para o lado verde e branco que para o portista, mas é futebol.
Ainda assim, a equipa do Sporting, que tem muitos gajos com eles no sítio, foi atrás, conseguiu um golo, provocou oportunidades, ok, não deu, mas ficou uma grande imagem.
No fundo, um grande jogo de futebol, que não envergonha nenhuma das equipas, antes, as enaltecem, hoje deu para o Porto, como poderia dar para o Sporting, mas foi um JOGO SEM TRETAS… NO MEU LIVRINHO!
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