Atenção Benfica: Bernardo Silva
Manchester City perde e Bernardo Silva ‘atira’-se à defesa: “Muito mau”
Bernardo Silva entende que o Manchester City jogou “bastante bem, com bola”, mas nem tanto sem ela. Quanto ao (polémico) golo de Matty Cash, que deu a vitória ao Aston Villa, ‘iliba’ o árbitro inglês Michael Oliver de culpas.
OAston Villa provocou, no passado domingo, aquele que foi um dos encontros mais surpreendentes da já findada nona jornada da Premier League, ao receber e bater o Manchester City, por 1-0, na sequência de um golo de Matty Cash, logo aos 19 minutos, na conversão de um pontapé de canto direto.
Um resultado que atrasou ainda mais a equipa orientada por Pep Guardiola na corrida pela conquista do título de campeão inglês (neste momento, é quinta classificada, com 16 pontos, menos seis do que o líder, o Arsenal), e que deixou Bernardo Silva de ‘cabeça perdida’, dada a maneira como a mesma defendeu, ao longo dos 90 minutos.
“Eu diria que nós jogámos bastante bem, com bola. Os nossos conceitos ofensivos foram bastante bons. Mesmo que não tenhamos marcado, tivemos oportunidades. Fizemos com que eles defendessem recuados, e tiveram dificuldades, nalguns momentos”, começou por afirmar, em declarações reproduzidas pelo jornal britânico Mirror.
“No outro lado do jogo, estivemos bastante mal, defensivamente. A nossa pressão foi muito má, chegámos dois segundos atrasados a todos os duelos. Essa foi a sensação, ainda que os nossos conceitos ofensivos tenham sido bastante bons, mas a pressão não é bom se permites que se torne num jogo de transições”, prosseguiu.
“Quando a nossa pressão não é boa, não jogamos bem. Obviamente, eles são uma equipa muito boa, é uma equipa de Liga dos Campeões, uma equipa com muitos jogadores de qualidade. Acredito que os nossos conceitos defensivos foram muito maus, hoje”, completou o internacional português, de 31 anos de idade.
“O árbitro disse que pensava que era pontapé de canto”
Por outro lado, Bernardo Silva recusou entrar em polémicas, quando questionado sobre o lance que resultou no golo do Aston Villa, ainda que este tenha gerado protestos por parte do Manchester City, com vários jogadores a alegarem que o árbitro inglês Michael Oliver deveria ter assinalado uma falta de Lucas Digna sobre Matheus Nunes, e não um pontapé de canto.
“É uma decisão menor. Não é como se se tratasse de um cartão vermelho que tenha mudado o jogo. A realidade é que deveria ter sido assinalada uma falta. Não foi, e eles marcaram, de pontapé de canto. Isso foi um pouco frustrante, para nós, mas é o futebol. Estas pequenas coisas não são assim tão importantes”, sublinhou.
“O árbitro disse que pensava que era pontapé de canto. As pessoas cometem erros, limitem-se a pedir desculpa e a seguir em frente, para o próximo lance. Não sejam arrogantes. É como digo, não foi por causa disso que nós perdemos o jogo. Hoje, não teve nada a ver com o árbitro”, acrescentou.
“Ainda há um longo caminho pela frente. Eu não quero retirar demasiadas conclusões. Nós teríamos adorado ter subido à liderança, mas não aconteceu. Ainda é demasiado cedo para retirar conclusões”, completou o jogador formado no Benfica, que, recorde-se, termina contrato com os citizens já em junho do próximo ano de 2026.



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