Rúben Amorim torna-se treinador do Benfica
Ruben Amorim apontado ao lugar de Mourinho no Benfica: “Por que não?”
Ruben Amorim no Benfica? Especialista aponta regresso à Luz como solução para o «pós-Mourinho»
O futuro de Ruben Amorim é o tema central do debate desportivo em Inglaterra e Portugal neste dia 15 de janeiro de 2026. Após o seu despedimento relâmpago do Manchester United e o anúncio de Michael Carrick como sucessor interino, o nome do técnico português está a ser fortemente associado a um regresso à casa onde se formou como jogador: o Benfica.
Rúben Amorim torna-se treinador do Benfica
A tese de Andy Brassell: «Não há alternativas»
Em declarações à talkSPORT, o prestigiado jornalista Andy Brassell defendeu que a Luz é o destino mais lógico para Amorim no próximo verão, especialmente considerando a cláusula de rescisão facilitada de José Mourinho (que permite a sua saída em maio).
Falta de mercado de elite: Brassell sublinha que as portas dos gigantes espanhóis (Real, Barça e Atlético) estão fechadas e que clubes como Valência ou Sevilha não têm fôlego financeiro para o técnico.
O fator “Vontade”: O especialista recorda que Amorim só aceitou o United a meio da época sob pressão (“agora ou nunca”). Por isso, acredita que o treinador irá agora descansar e esperar pelo projeto certo em julho.
O encaixe no Benfica: “Não vejo por que razão não seria uma escolha. Temos de analisar as opções e o Benfica encaixa”, afirmou Brassell
O regresso a Lisboa e os milhões de Old Trafford
Amorim já aterrou em Lisboa, tendo sido avistado no Aeroporto Humberto Delgado no passado sábado. Mantendo o seu habitual silêncio e respondendo apenas com sorrisos, o treinador de 40 anos prepara-se agora para uma batalha jurídica ou um acordo milionário:
Indemnização de luxo: Com contrato até 2027, Amorim tem direito a receber cerca de 11,6 milhões de euros pelo tempo que restava do vínculo, somando-se aos 9 milhões que já auferiu desde novembro de 2024.
Silêncio estratégico: O treinador não pretende fechar portas, mas a sua cotação na Premier League sofreu um revés, restando apenas o Tottenham (onde Thomas Frank está “na corda bamba”) como alternativa em solo inglês.
Bundesliga no horizonte?
Embora o Benfica surja como o destino emocional e tático mais óbvio, Brassell não descarta a Bundesliga como um campeonato onde as ideias de Amorim (o sistema de três centrais) poderiam prosperar, servindo de trampolim para um futuro regresso aos colossos europeus.



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