Atenção: Rui Burges
Rui Borges avalia Ioannidis e confessa: “Quenda? Até a mim me surpreende”
Treinador do Sporting enaltece, ainda, a “tranquilidade” transmitida pelo estreante João Virgínia à equipa e a “grande resposta” de Vagiannidis, no triunfo ‘arrancado’ a ferros sobre o Famalicão, por 1-
Após António Nobre, árbitro da Associação de Futebol de Leiria, ter feito soar o apito final na partida referente à quinta jornada da I Liga, Rui Borges, treinador dos bicampeões nacionais em título, assumiu ter gostado do que viu, particularmente, dos estreantes João Virgínia (este, regressado a Alvalade) e Fotis Ioannidis.
“João Virgínia esteve muito bem, passou tranquilidade à equipa. Estou muito feliz pela estreia dele. Trabalha imenso, tem uma personalidade fantástica no grupo e ligação ao Sporting”, referiu, a propósito do guarda-redes recrutado a ‘custo zero’, após o final do contrato que mantinha com o Everton.
Vagiannidis convenceu e Quenda surpreendeu
Rui Borges deu, ainda, ‘nota positiva’ às exibições assinadas por Georgios Vagiannidis e Geovany Quenda, que foram chamados ao onze inicial, o primeiro por motivos de ordem técnica, em detrimento de Iván Fresneda, e o segundo na sequência da lesão contraída por Geny Catamo, no decorrer da pausa para compromissos internacionais.
“O Quenda fez um bom jogo, dentro do que pedimos e no que é o compromisso. Tem dado uma resposta fantástica. Nos primeiros jogos estava o Geny e fomos mantendo essa base na fase inicial do campeonato. O que o miúdo tem feito e a resposta que tem dado até a mim tem surpreendido. Na época passada caiu um pouco na fase final e eu estava ansioso para ver a resposta dele. Vai fazer uma grande época, não tenho dúvidas”, começou por afirmar.
“Em termos táticos, não muda nada. Eles estão bem identificados. O Vagiannidis deu uma grande resposta. Vinha de dois jogos de 90 minutos na seleção. Deu grande resposta, começa a perceber as dinâmicas da equipa, queríamos que crescesse com calma. Sabemos o jogador que temos, estava identificado há muito tempo por nós. Em termos táticos, não muda nada”, prosseguiu.
“Em termos de qualidade individual, acrescentam coisas diferentes. Isso não tem a ver com ideia de jogo, que é a mesma e eles sabem qual é. O Quenda não é tão vertical como o Geny, procura mais jogo interior, rasga por dentro… É essa variabilidade que nos ajuda. Disse sempre que eles iam jogar, que vinham aí mais jogos. Eles estão todos ligados e isso deixa-me feliz”, completou.
O Sporting vira, agora, todas as atenções para a entrada em cena na fase de liga da Liga dos Campeões. Pela frente, terá o Kairat Almaty, no Estádio José Alvalade, num duelo que está agendado para as 20h00 (hora de Portugal Continental) da próxima quinta-feira



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